quarta-feira, 1 de julho de 2009

Criação da narrativa

se quer ver o que vejo, tem que
ter mais que bravura: porque eu, meu amigo, vi os olhos do demônio e os ceguei. (assim falou tecnobruxa)

O tecnoBruxa encendeia a cadeia de horrores virtuais em que me perco: por um pouco.
Aos poucos vou desenhando esse universo de referencias e a construção da narrativa vai-se tornando clara.
A história se passa na Ilha ao Lado. E na Ilha ao Lado estão as "vagas" em que se insere o vento e o desperdício (ou acúmulo): neste lugar sólido de caminhos incertos está a personagem levantada. É a sua iniciação.
A princípio não teme nada até que sua trajetória se revela como caça aos documentos e invasão: ela invade os ritos e as mitologias, torna-se iconoclasta e tem três missões: gerar, aniquilar e defender.
Desta vez a Ilha ao Lado durará para sempre, porque encontrou a estrada atingida da humanidade de um século vinte um em que: transhistórica também se lança ao mar das infinitas possibilidades que fincarão o futuro de uma cultura, esta sim, insólita.

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